Páginas

23 abril 2012

O Que Torna Uma Igreja Grande?

“Portanto  ide  e  fazei discípulos  de todos os povos, batizando-os  em   nome do  Pai e do Filho  e  do  Espírito Santo, ensinando-os  a  guardar todas as coisas que  eu vos tenho mandado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação  dos séculos.”  Mateus 28:19 e 20

Um dia perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento, o  mais  importante, Jesus respondeu: Ame a Deus com todo seu coração e ao próximo como a si mesmo.
Algum tempo depois em uma de suas últimas palavras aos discípulos Jesus deu-lhes a grande comissão e lhes designou mais três  incumbências:  fazer discípulos, batizá-los e ensiná-los a obedecer a tudo que havia ensinado.
Atualmente há uma preocupação por parte de alguns líderes eclesiásticos sobre o crescimento da igreja. O que fazer para a igreja crescer? Ou, o que está impedindo o crescimento da igreja?

Cada igreja é definida pelo que ela se compromete a fazer. Uma grande igreja é uma igreja comprometida com o grande mandamento “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”  e,  com a grande comissão , “fazer discípulos, batizá-los e ensiná-los a obedecer a Palavra”.
Devemos ser dirigidos pelo grande mandamento e pela grande comissão. Uma igreja que não observa estes princípios está prestes a morrer ou melhor, ela não existe como igreja. Não nos esqueçamos destes propósitos da igreja, são cinco propósitos:
1) Amar a Deus;
2)Amar ao próximo;
3) Discipular;
4) Batizar;   
5) Ensinar.
Vejamos sobre o primeiro propósito da igreja. Amar a Deus com todo o seu coração. Como podemos expressar esse amor a Deus? Adorando-o.
A igreja existe para adorar a Deus. Não importa se estivermos sós, não importa se estivermos com um grupo pequeno ou com mil pessoas. Quando expressamos o nosso amor a Deus, o adoramos.
Talvez você seja membro de uma igreja pequena, talvez você tenha ouvido alguém dizer que a sua igreja é uma igreja desanimada. Quem sabe, alguém já saiu de sua igreja em busca de uma maior, alegando que ali poderá expressar melhor o seu louvor ou que ali há uma maior manifestação do Espírito Santo.
A Bíblia nos mostra que não é o lugar e sim, a atitude do adorador que determina o nível do seu louvor. Você pode adorar a Deus sozinho. Você pode adorá-lo com um pequeno grupo de pessoas, você pode adorá-lo no meio de uma multidão.
A Bíblia diz:
“Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás”(Mt. 4:10), observe que a palavra a adorar vem antes de servir.
Adorar a Deus é o primeiro propósito da igreja.Quantas vezes nos ocupamos tanto trabalhando para Deus e não temos tempo para adorá-lo.
Há quem se gabe de estar dirigindo tantas congregações, de estar fazendo visitas em hospitais, presídios, orfanatos, asilos; isto é maravilhoso, indica que a pessoa está atuante no serviço do Senhor, mas perguntamos: e os momentos a sós com Deus?
Lembre-se a adoração vem antes do serviço.  “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele servirás”.
Em toda a Escritura somos ordenados a celebrar a presença de Deus através da glorificação e da exaltação de Seu nome. O Salmo 34:3 diz:  “Engrandecei ao Senhor comigo; juntos exaltemos o seu nome”.
Não podemos adorar a Deus como se fosse uma obrigação, devemos adorá-lo porque queremos. Devemos nos alegrar em expressar o nosso amor a Deus.

Pr. José Vasconcelos

16 abril 2012

Mulher, Você Pode Mudar o Rumo das Coisas

“E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual assentando-se aos pés de Jesus, ouvia a sua Palavra”.  Lucas  10: 39
    
  Esta  passagem é muita  conhecida no meio evangélico. Jesus encontra-se um dia na casa das irmãs, Marta e Maria. Marta, está preparando a  refeição, atarefadíssima. Maria, no entanto, prefere ficar na sala ouvindo Jesus.
Está a ouvir Jesus quando Marta pede a Ele que mande Maria ajudá-la. O mestre não aceita tal pedido, mas diz: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária e, Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”
O que vemos aqui? Vemos que Jesus não achasse desnecessário o trabalho que Marta estava fazendo.
Mas, Ele quis realçar o valor do interesse de Maria. Esta, de fato,  não estava desperdiçando tempo, nem fazendo pouco caso da irmã, mas aproveitando-se de uma oportunidade que talvez não voltasse mais. E Jesus ensinou com isso, às mulheres de todos os tempos que a sua preocupação não deve ser somente com as coisas da casa, ou com as exterioridades do corpo, que levam a vaidade e ao luxo. A mulher deve cuidar de seu lar, dos seus filhos, do marido.
Isto é útil e indispensável, mas deve preocupar-se sobretudo com as coisas que dizem respeito à vida moral e espiritual. Deve preocupar-se com o reino de Deus e a sua justiça, assim como também o homem.
O trabalho para o reino é trabalho que nunca será perdido. É a parte que não será tirada.
Enfeites, beleza, luxo, preocupações caseiras são coisas que se vão. O tempo as leva, as consome, mas, a virtude, a caridade, o amor, a justiça  são valores eternos.
Que seria da nossa humanidade, se em todos os tempos não houvesse existido mulheres piedosas? Mães consagradas ao serviço de Deus? Esposas pacientes e dedicadas que, pelo sacrifício de si mesmas, no altar da fé, conseguiram mudar corações endurecidos.
Se as mulheres cristãs hoje tomassem o seu lugar ao lado de Cristo, muitas coisas tortas seriam mudadas. Se a sua preocupação estivesse ao lado da boa causa, que transformação não veríamos na sociedade.
Mas, o que vemos muitas vezes? Mulheres que dizendo-se cristã, estão mais preocupadas com os seus luxos, seus caprichos, suas vaidades.  Dói na alma vermos algumas mulheres que não oram por seus filhos, não oram com eles, não leem a Bíblia para eles, não se empenham em levá-los aos cultos.
Mulheres que se alegram mais em prepararem os filhos para as festas juninas realizadas nas escolas, e não se empenham em prepará-los para a igreja.
As mulheres devem ser gratas a Jesus porque não só Ele lhes trouxe salvação como também deu-lhe liberdade e as fez participantes de sua obra.
Jesus defendeu mais do que uma vez o direito da mulher diante da prepotência do homem. Em assunto de religião, a mulher tomava uma posição de todo passiva, não podia envolver-se em assuntos teológicos, havia até quem pensasse, teria mesmo a mulher alma?
Veio Jesus e conferiu-lhe uma dignidade nunca vista antes. Havia mulheres na palestina, nos tempos de Jesus que acompanhavam o Mestre em suas campanhas missionárias, davam-lhe de suas fazendas para custear a obra. Mulheres assistiram aos seus últimos momentos na cruz, mulheres receberam a sua mensagem depois de sua ressurreição, e uma mulher foi a primeira convertida no mundo europeu.
Que cada mulher hoje seja uma boa Maria, a  assentar-se aos pés de Jesus para aprender com Ele a transformar este mundo.

Pr. José Vasconcelos

09 abril 2012

Seja Um Construtor na Sua Igreja

"Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu como sábio construtor..." I Co 3:10



Estas palavras foram escritas pelo Apóstolo Paulo. Tenho uma grande admiração por esse homem escolhido por Deus para ser o apóstolo dos Gentios. Suas epístolas são uma fonte de riquezas para as nossas vidas espirituais. Sua vida é digna de ser imitada, ele mesmo disse: “Oxalá vós fósseis meus seguidores como eu sou de Cristo Jesus”.
Paulo foi um implantador de igrejas. Precisamos aprender com ele como fundar e edificar uma igreja.Paulo não as construía displicentemente. Ele era somente dedicado em suas tarefas, ele também sabia usar as ferramentas certas. Nós também devemos aprender a usá-las.
Alguém já disse: “Se tudo o que  temos  é  um  martelo em nossa caixa de ferramentas ministerial, nossa tendência é tratar tudo como se fosse um prego”. Talvez você já tenha passado pela experiência de chamar um pedreiro para fazer  determinado serviço em sua casa e ele aparece sem nenhuma ferramenta na mão.
Lá está você andando pela vizinhança a procura de um prumo, de uma talhadeira, de uma régua, porque aquele  que deveria ter  todos esses equipamentos não os tem. Você não acha isto um absurdo? Como é que um construtor não tem as ferramentas adequadas para construir?
Para se fazer o trabalho do Senhor é necessário preparar-se adequadamente. O apóstolo Paulo exortou ao jovem Timóteo, “persiste em ler, exortar e ensinar...” 1Tm 4:13  “Medita estas coisas, ocupa-te nelas para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos” , “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina...”.
Evidentemente que todos os nossos planos, programas e procedimentos não significam nada sem a unção de Deus. O Salmo 127 diz, “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.
Uma igreja não pode ser criada apenas pelo esforço humano. Tem muitos crentes por aí querendo aplicar a organização, a administração e marketing da empresa à igreja. Uma igreja não é um negócio, não é uma empresa. Onde está o Espírito Santo em igrejas que agem assim? Em algumas delas as orações são apenas tapar buracos.
Eu não quero dizer com isto que sou contra a planejamento, propaganda, organização, não. O problema  está em que todos os planos, programas e procedimentos, sem a unção de Deus não significam nada.
Temos que estudar a Palavra, temos que orar. A oração é absolutamente essencial.
Mas você  sabia que  a  oração  por  si
só não faz a igreja crescer?
Tem igrejas e pastores que estão orando muito e a igreja está morrendo. Como se explica isto? É que a oração precisa ser uma oração eficaz.

Certa vez Josué estava orando. Humilhado, vestidos¸ prostrado em terra, rosto no chão e o Senhor disse para ele parar de orar. “Levanta-te¸ por que  estás prostrado assim sobre o teu rosto?  Israel pecou. Levanta-te santifica o povo, e dize santificai-vos”. (Josué 7: 10 e 11)

Deus disse a Josué para parar de orar e se levantar para corrigir as causas de suas falhas. (Josué 7) .  Há tempo para orar e há tempo para agir com responsabilidade.

Quantos que estão orando assim: Senhor abençoa esta igreja, converte os pecadores mas,  não  faz   absoluta-mente nada, é um peso morto. É necessário oração eficaz e ação.
Há uma passagem que chama-me a atenção, ela está registrada em 2Cr. 7:14,  “E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.”
Pr. José Vasconcelos


02 abril 2012

Evangelho Aculturado

“Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados.
Pois, outrora éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”. Efésios 5: 1,8.

 Como dizia o apóstolo Paulo, estamos vivendo tempos difíceis no seio da igreja. Considero que o maior problema da igreja atual, talvez mesmo o seu único problema, do qual todos os demais são decorrentes, é o fato de que os crentes, na sua maioria, não sabem mais o que é próprio ao descrente.
Esta confusão de valores tem seu reflexo nas ações e posições dos irmãos diante das várias situações do cotidiano, e vai de encontro ao objetivo divino de, como igreja, sermos luz num mundo de trevas e de levarmos o mundo a reconhecer a glória de Deus através da nossa forma de viver – Mateus 5: 13-16.
Estou convencido de que esta situação se deve, basicamente, a dois fatores:

    O primeiro é o enorme desconhecimento das Escrituras por parte, não apenas dos membros das igrejas, como também dos seus líderes, inclusive os pastores. Os crentes não conhecem mais a Bíblia cada vez com menos freqüência e, quando o fazem, nem sempre usam fontes teológicas confiáveis. Nunca se leu ou falou da Bíblia como hoje, mas também nunca se deturpou e mentiu sobre o seu conteúdo como hoje.
O segundo é a aculturação mais do que pacífica, na verdade desejada, pelos crentes, com os valores da nossa sociedade relativista, pragmática e distante da visão divina para a sua criação.
Os crentes estão trocando a verdade revelada de Deus, nos princípios e normas das Escrituras, pela verdade enganosa e falsa da mídia para guiarem as suas vidas (programas de TV, rádio, revistas, filmes, novelas, etc.). Eles estão “aprendendo” com os mestres do mundo como devem encarar e tratar os vários problemas da sociedade (homossexualismo, infidelidade conjugal, sexo antes do casamento, dependência química, violência social, ética e honestidade, etc.).
Como esperar que um aprendizado que parte de fontes espiritualmente mortas, totalmente escravas do pecado e sem nenhum conhecimento da vontade prescritiva de Deus, possa produzir pensamentos e ações que agradem ao nosso Senhor? Certamente, o produto deste aprendizado será a condenação e o juízo divino sobre os irmãos que por ele optarem, conforme lemos em Efésios 5: 6,7.
Todavia, há solução para o grave problema apontado. A solução é um retorno às Escrituras como a verdadeira regra de fé e prática dos cristãos. Estudar a Bíblia para conhecê-la a fundo e pautar nossa visão de mundo, nossas posições e nossas ações apenas pelos seus princípios e normas. Para os líderes eclesiásticos e pastores, o conhecimento deve ainda abranger a teologia professada e a história da igreja cristã, conhecimento imprescindível para conduzir, convenientemente, o rebanho que Deus os confiou.
Aliado ao conhecimento da Bíblia precisamos nos afastar, e afastar nossos filhos, dos meios que o mundo usa para, devagar, muitas vezes, veladamente incutir nas nossas mentes seus valores e princípios malignos. Precisamos ter consciência de que há uma ação no sentido de transformar nossos valores, até que estes sejam semelhantes ou mesmo iguais aos do mundo, se não, veja a advertência de Paulo em Efésios 5: 6,15,16:
“Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por estas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus.”
PR. João Paulo
[Em Memória]


28 março 2012

O Conselho de Deus

   
O apóstolo   Paulo,  quando   de sua última viagem a Jerusalém, chegando a Mileto, mandou chamar os presbíteros da igreja para ter com eles um contato pessoal. Na presença deles, Paulo fez-lhes ligeiro relato de sua missão apostólica.  Disse-lhes que testificara tanto a judeus como a gentios, falando-lhes  do  arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. E, acrescentou: “Portanto, eu vos protesto no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus”. Atos 20:27

Todo o conselho de Deus. O que significa esta expressão do grande apóstolo Paulo? Sem sombra de dúvida, ela significa todas as doutrinas fundamentais   do  cristianismo, tendo Cristo, e este crucificado, como tema central.

Cristo  crucificado  e  ressurreto deve ser o assunto da pregação do evangelho. Deve-se pregar com toda clareza  sobre  a  condição dos pecadores perante  a  justiça de Deus. Mostrar-lhes à luz da Bíblia Sagrada que a humanidade jaz debaixo da condenação. Que o ser humano, caído como se sabe, não tem capacidade nem possibilidade de reabilitação diante de Deus por seus próprios esforços.

Temos de mostrar, com firmeza, que as chamadas “Boas Obras”, não salvam. Mesmo porque o pecador é incapaz de praticar boas obras. O coração humano está corrompido pelo pecado e é impotente moralmente para se purificar. De uma fonte impura como é o coração humano, não pode surgir o que é puro.

Os crentes fieis têm o sagrado dever de denunciar o erro onde e com quem estiver o erro.

Muitos estão pregando o evangelho que é mutável a cada instante. Hoje dizem uma coisa, amanhã dizem outra;  um evangelho inseguro, indefinido, sem pronunciações.

O evangelho  “São Boas Novas”, não são contudo essas boas novas apresentadas atualmente que apresenta soluções para os problemas físicos, sociais e financeiros. Isto é engano, é deturpação do verdadeiro evangelho.

O mundo hoje, mais do que nunca, precisa do Senhor Jesus Cristo. E o cristianismo evangélico como se encontra nas páginas  das escrituras, tem a mensagem adequada às necessidades de todas as criaturas humanas. Mensagem de paz para os corações perturbados e aflitos; mensagem de ânimo para os desalentados  e cansados;  mensagem de certeza para as almas  mergulhadas na dúvida no que concerne à vida, além do túmulo.

Observamos, porém,  que há igrejas que parecem estar vivas, mas estão mortas. Estão mortas por terem se afastado da Palavra de Deus, dando ouvidos a fábulas. Estamos no “tempo do fim”, em que o evangelho da Redenção é posto de lado pelos mestres do erro e do negativismo doutrinário, para ser substituído pelo chamado “evangelho” da prosperidade, evangelho sem cruz e sem um Redentor.

E os pregadores desse pseudo evangelho procuram levar ao ridículo os genuínos pregadores do evangelho autêntico.

Não nos preocupemos com isso, preguemos com empenho todo o conselho de Deus e assim, estaremos cumprindo com o nosso dever.

Anunciemos que Cristo, e somente Ele,  satisfaz  plenamente  às   exigências dos nossos corações quaisquer que sejam. Ele nunca despediu vazio, o coração que o buscou.

Há lugar para todos os que nEle confiam – “...o que vem a mim disse Ele, de maneira nenhuma o lançarei fora. João 6:37.

Vejamos o seu convite, “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas”  Mateus 11: 28, 29

Pr José Vasconselos

30 janeiro 2011

Um Credo para os Fundamentalistas - Por Augustus Nicodemus Lopes

 Nota de Esclarecimento:

A presente publicação foi retirada do blog O TEMPORA! O MORES! E apenas para informar aos menos avisados que a nossa denominação ainda frutifica e levanta questões bastante importantes na atualidade, além de oferecer aos presbiterianos uma grande contribuição ao autêntico cristianismo.
Ainda estamos batalhando pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos, e que os ímpios ainda se introduzem dissimuladamente em nosso meio os quais Judas os chama de rochas "submersas".
Não estamos preocupados com opiniões falsas a nosso respeito; digo nosso respeito falando em nome da Igreja Presbiteriana Fundamentalista do Brasil. Pois o tom agresivo e ímpio de alguns só nos fortalecem a continuar vivendo e servindo de boa consciência diante de Deus e como bem disse o Rev. Jonh Piper em seu livro Irmãos nós não somos profissionais:"Somos loucos por causa de Cristo,mas os profissionais são sensatos; somos fracos, os profissionais são fortes, eles são sempre honrados, mas ninguém nos respeita. Não tentamos garantir um estilo de vida profissional; antes, passamos fome, sede, nudez e falta de morada." É por esta razão que esclarecemos aos diletos leitores do nosso blog com todo respeito que temos a estes e visando a ética, moral e os bons costumes.

A esses dedicamos este post. 



Um Credo para os Fundamentalistas
Por Augustus Nicodemus Lopes


É só uma sugestão. Acho que posso sugerir, pois fui criado numa denominação fundamentalista e mesmo que não pertença a ela hoje, continuo a ser chamado assim. Portanto, segundo meus críticos, devo entender razoavelmente do assunto.


Creio na inerrância das Escrituras. Isto não quer dizer que eu creio que a Bíblia foi ditada mecanicamente por Deus, que ela caiu pronta do céu, que sua linguagem é científica, que não há erros nas cópias, que as traduções são inerrantes (especialmente a King James), que as cópias em manuscritos existentes são inerrantes, que a Bíblia é exaustiva e que tudo que está na Bíblia é fácil de entender e interpretar. Quer dizer que eu acredito que os manuscritos originais foram infalivelmente inspirados por Deus e que, em conseqüência, a Bíblia é verdadeira em tudo o que afirma. Creio que pelas cópias existentes podemos ter certeza quase plena do que havia nos originais e que muitas das partes polêmicas e difíceis de interpretar não afetam a compreensão correta do todo.


Creio na divindade de Jesus Cristo. Isso não quer dizer que eu negue sua plena humanidade, a realidade de suas tentações, a sua preocupação com os pobres e as questões sociais. Não quer dizer que eu negue que ele foi gente de verdade, capaz de rir, de chorar, que passou por perplexidades e que aprendeu muita coisa gradativamente como as outras pessoas. Quer dizer tão somente que creio que ele era verdadeiro Deus e verdadeiro homem, muito embora eu não tenha todas as respostas para as perguntas levantadas pela doutrina das suas duas naturezas. Creio que sua morte na cruz tem eficácia para perdoar meus pecados, visto que não era um mero homem morrendo por suas próprias faltas. Sua vida, suas ações e seus movimentos podem servir de modelo para mim, embora sua religião não possa, pois ele não era cristão, como eu já disse em outra postagem aqui no blog.


Creio em todos os milagres que a Bíblia relata. Isso não quer dizer que eu acredite que milagres acontecem todos os dias, que milagres contemporâneos são indispensáveis para que eu acredite em Jesus Cristo, que Deus cura somente pela fé e que tomar remédio e ir ao médico é pecado. Também não quer dizer que eu acredite que os milagres narrados na Bíblia foram coincidências com fenômenos naturais, interpretados pelos antigos como ações de Deus, como uma enchente de barro vermelho no Nilo que parecia sangue, um tremor de terra exatamente no mesmo momento em que Josué mandou tocar as trombetas em Jericó ou um eclipse na hora que ele mandou o sol parar. Quer dizer que eu creio que os milagres bíblicos realmente aconteceram conforme estão escritos, que não são mitos, lendas, sagas, estórias ou midrashes. Creio que Deus, se quisesse, poderia fazê-los todos de novo hoje apesar de que, mesmo assim, os incrédulos continuariam a procurar outras explicações.


Creio na ressurreição física de Cristo de entre os mortos. Isso não quer dizer que eu coloque o corpo acima do espírito e nem que eu seja um ingênuo que ignora o fato que cadáveres não revivem cotidianamente. Também não quer dizer que eu ignore as tentativas de explicações alternativas existentes para o túmulo vazio, a falta do corpo de Jesus até hoje e a mudança de atitude dos discípulos. Também não quer dizer que eu acredito que Jesus hoje apareça diariamente às pessoas. Quer dizer que eu creio que ele realmente ressurgiu dos mortos e que vive eternamente com aquele corpo ressurreto e glorioso, com o qual retornará em data não sabida a esse mundo, para buscar os seus e julgar os demais. Creio que a ressurreição de Cristo é essencial para o Cristianismo. Se Cristo não ressuscitou fisicamente dos mortos, o Cristianismo é uma farsa.


Creio que somente mediante a fé em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador é que as pessoas podem ser perdoadas e salvas. Isto não quer dizer que eu desconheça o fato de que existem pessoas de bem, honestas, sinceras e de boa conduta entre aqueles que não acreditam em Deus e muito menos em Cristo. Tampouco quer dizer que todos aqueles que têm fé em Jesus Cristo são perfeitamente bons, justos e santos. O que eu quero dizer é que somos todos pecadores, uns mais, outros menos, uns ostensivamente, outros em oculto, e que somente pela confiança no que Cristo fez por nós é que poderemos ser aceitos por Deus – e não por méritos pessoais. Neste sentido, acredito que fora da fé em Cristo não há salvação, perdão ou reconciliação com Deus.


Creio em verdades absolutas. Isto não quer dizer que eu ignore que as pessoas têm diferentes compreensões de um mesmo fato. Quer dizer apenas que, para mim, quando não se complementam, tais diferentes compreensões são contraditórias e uma delas – ou várias – devem estar erradas. Acredito em absolutos morais, em leis espirituais de natureza universal, em declarações unívocas e também que Deus se revelou de maneira proposicional nas Escrituras.


Creio em tolerância. Isto não quer dizer que eu seja inclusivista e relativista, mas simplesmente que não deixarei de me relacionar com uma pessoa simplesmente porque considero que ela está equivocada teologicamente. Para mim, a tolerância pregada pelo mundo moderno é aquela característica de pessoas que não têm convicções, que não têm opiniões formadas sobre nada e que vivem numa perpétua metamorfose ambulante. Eu acredito que é possível, sim, ter convicções profundas – especialmente na área de religião – e ainda assim se manter o diálogo com quem diverge.


Tem mais coisa a ser incluída neste credo fundamentalista, mas tá bom. O que eu quero mostrar é que tem muita gente que tem o mesmo credo acima, e que é fundamentalista sem saber. Alguns ultra-fundamentalistas vão achar que eu sou liberal.

19 janeiro 2011

Ajuda aos irmãos da IECB - São José do Vale do Rio Preto Pr. Eduardo e Aline

Como é do conhecimento de todos, uma tragédia se abateu sobre o sudeste do país ocasionado pelo excesso de chuva em determinas áreas, levando o número de mortos a pouco mais de 710 (números em 19/01/11).
Nesse momento tão difícil para todos, recebemos a boa notícia que os nossos irmãos, o casal Pr. Eduardo e Aline Bittencourt que mantém um trabalho em São José do Vale do Rio Preto, uma das áreas bastante atingida estão bem, também como os seus filhos.
Louvamos a Deus por ter guardado os Seus servos, porém eles também como todos os membros da sua igreja que residiam nas áreas atingidas estão passando por dificuldades e necessitam da nossa ajuda, para isso estamos disponibilizando abaixo os nº das contas onde todos poderão ajudar os nossos irmãos fazendo a sua doação de qualquer valor o que tenho certeza é que será muito útil para suprir as necessidades urgentes daqueles irmãos.
Oremos e ajudemos efetivamente os nossos irmãos em Cristo!

Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Romanos 12:15  
E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. 2 Tessalonicenses 3:13

IGREJA CRISTÃ EVANGELICA DE QUEIRÓS   
BANCO ITAU
AG.6116
C/C 00743-3

Aline Marques Gonçalves
BANCO DO BRASIL
AG 3470-3
C/P 17825-X

24 maio 2010

Ministério de Cura na Igreja - Parte II


 
“ Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus e obrares o que é reto diante de seus olhos e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara”.


Os médicos prescrevem, exercícios e posturas, sono e relaxamento, dietas e hábitos regulares como mais importantes que os medicamentos.
A saúde mental exige atitudes, emoções e uma filosofia de vida semelhantes. Consideremos algumas coisas que ajudarão em muito à saúde das pessoas.
O companheirismo sincero:
Que a solidão e o isolamento são um problema constante entre as pessoas. Ninguém pode estar com outras pessoas em toda a ocasião, além disso existem disposições internas que criam solidão mesmo no meio da multidão.
A crença em Deus, como uma companhia fiel, que se encontra presente em todas as horas e em todos os lugares, satisfaz essa necessidade. O sentimento dessa relação constante com Deus produz uma estabilidade interna e o apoio moral de sentir “que não estou só”. O próprio Jesus manifestou esse sentimento momentos antes de ser levado a crucificação: “eis que chega a hora e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para a sua parte, e me deixareis só, mas não estou só porque o Pai está comigo” João 16:32
Encontrei-me com uma irmã em Cristo que há tempos não a via. Ela estava indo para a igreja com a Bíblia na mão. Perguntei-lhe como estava e também sobre a família. Ela me disse: “ Pastor, minha filha morreu. Era filha única e tinha apenas seis anos”. Depois da morte da criança o marido a deixou, foi morar com outra. - Pastor, continuou ela: “se não fosse Cristo eu já teria morrido, pois os golpes foram duros demais, a minha medicação diária tem sido a Bíblia”.
Temos aí um exemplo de que a crença em Deus como uma companhia fiel, ajuda e ajuda muito.
A segunda coisa que ajuda nesse processo de cura, é a fé. A fé Cristã.
Os valores da vida acham-se constantemente ameaçados e às vezes esmagados pelos males. Quem não é atormentado por ansiedades? Temores, desesperos, insegurança? As ansiedades contínuas tornam a vida miserável. O desemprego, a violência, a crise em todos os setores estão levando o homem a uma ansiedade constante.
O medo tomou conta de cada um de nós. A essas emoções tóxicas, digo, tóxicas porque a ansiedade e o medo trazem consequências terríveis para a saúde. E há muitos crentes ansiosos, nervosos, agitados. Para os que estão vivendo assim, digo: Confie no Senhor. Descanse nele, espere nele.
Esta confiança em Deus e a esperança de que o mal pode ser vencido pelos recursos espirituais é o antídoto a essas emoções tóxicas.
Sem fé existe insegurança e desespero nervoso.
Com fé existe esperança e confiança para sustentar a saúde do corpo e a paz do espírito.
Se você é uma dessas pessoas que estão indo a reuniões de cura, pare e pense um pouco sobre o que está lhe afetando. Pode ser que o teu mal, as tuas dores, sejam em consequência da ansiedade. Você é uma pessoa crente, mas é uma pessoa nervosa, agitada ainda não aprendeu a descansar em Deus, a esperar nele, a deixar sobre si todas as mazelas. O apóstolo Pedro disse: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” 2Pedro 5:7
A cura está aí, bem pertinho de você, busque-a. Pode ser que o mal que lhe aflige, seja uma raiz de amargura que está brotando sempre no teu coração, a Bíblia diz que quando isto acontece muitos são contaminados. Quem sabe do teu coração é Deus, e quem sabe se o teu coração não está cheio de amargura, ressentimento e ódio; e isso afeta a tua saúde. Nesses casos a cura está no quebrantamento, no procurar ouvir a vós de Deus. Aqui vale a pena relembrar o que está no livro de Êxodo 15:26.

Pr. José Vasconcelos da Silva Filho

20 maio 2010

Ministério de Cura na Igreja




“Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus e obrares o que é reto diante de seus olhos e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara”.

Êxodo 15:26

O nosso mundo está doente. Não vemos outra coisa nestes dias, senão pessoas enfermas fisicamente, mentalmente espiritualmente. Parece que a palavra distúrbio está no dicionário da vida de cada pessoa.

A doença aflige a personalidade total e não apenas um órgão. A doença é uma crise que imprime terror e impotência a vida.
As nossas igrejas estão cheias de pessoas doentes, doentes físicos e mentais, talvez  a incidência maior seja a deste último, doentes mentais. Ser doente mentalmente não significa que a pessoa seja louca apesar de algumas atitudes assemelharem-se ao insano.
Qual  o  papel da igreja  no combate a estas enfermidades? Você sabia que a maior parte dos enfermos poderia ser tratada pela igreja, receber a cura pelo ministério da igreja? O cristianismo tem sido uma religião de cura através de toda a sua história. Jesus atendia a necessidade dos enfermos como um dos interesses importantes da sua missão.  
Seus     discípulos   estavam também conscientes desse ministério de cura, a igreja no decorrer dos séculos não olvidou dessa responsabilidade.
Eu quero tratar sobre o papel da igreja neste ministério de cura.

Evidentemente que todo o crente tem a responsabilidade de orar pelos enfermos. Não duvidamos do poder da oração, não duvidamos da operação de milagres ainda hoje.

Porém, nunca nos esqueçamos que além da oração temos que exercer certos comportamentos com relação aos doentes. Muitos enfermos serão curados especialmente os que tem distúrbios mentais, a partir do nosso comportamento para com eles.

Vejamos algumas coisas que a igreja pode fazer, deve fazer e às vezes não faz, impedindo assim, com este comportamento omissivo que muitas pessoas sejam curadas.

Prestem bem atenção a isto: “O companheirismo sincero é fornecedor de saúde”. 

Um dos grandes males da sociedade moderna é a solidão. A solidão e o isolamento são um problema constante, às vezes, até nós mesmos que somos crentes, nos sentimos sós.

É aí que entra o papel da igreja, chegar junto do solitário fazer-lhe sentir que ele é amado,  fazer com que ele tome parte na convivência entre os demais. Se a igreja agir assim, ela vai resolver tantos problemas que vocês nem imaginam.

Infelizmente, esta é uma atitude que não temos visto com muita freqüência,  um   ou   outro    irmão,

realmente se preocupa com a dor e o sofrimento alheios.

Há alguns anos atrás, tomei um táxi que era dirigido por uma mulher. Identificando-me como evangélico, ela me disse o seguinte:

um dia desses eu estava muita aflita, era domingo. Sentia-me só e fui tomada por uma grande depressão. Então saí do meu ponto de táxi e dirigi-me a igreja tal,(não vou revelar aqui o nome da igreja, por uma questão de ética). Assisti todo culto. Quando terminou, eu queria ouvir mais, fiquei esperando que alguém se dirigisse a mim, eu precisava conversar com alguém. Ninguém veio  até onde eu estava, nem meu nome perguntaram e eu me senti mais só do que nunca, fui embora com a minha dor”.

Foi doloroso ouvir isto. Se aquela mulher tivesse se suicidado de quem era a culpa?

Pr. José Vasconcelos da Silva Filho 

03 maio 2010

Parabéns ao casal



Neste domingo, quem completou aniversário de casamento foi casal Marcelo e Andreza Gomes, ambos membros da IPFI e também do Ministério Shemá.

Parabéns ao casal pelos 2 anos de união e que Deus conceda muitos anos de vida juntos.


23 março 2010

Os Perigos da Inconstância



“Ó insensatos  Gálatas!
Quem vos fascinou a vós,ante cujos
olhos foi representado  Jesus Cristos como crucificado?”  

Gálatas 3:1


Os Gálatas eram descendentes dos gauleses, que invadiram a Grécia e a Ásia menor, cerca de três séculos antes da era Cristã.
Tinham  certos  traços característicos:
A inconstância por exemplo, era um desses traços.
Nenhum povo abraçou mais depressa e com tão boa vontade o cristianismo do que o da Galácia.
Muitos foram os que receberam a mensagem do evangelho pregada pelo Apóstolo Paulo. Receberam-na com fé e entusiasmo. 
Receberam-na com gratidão e respeito como o fariam com um anjo ou ainda com o próprio Salvador. Eles estavam prontos até a substituir os olhos enfermos do Apóstolo Paulo por seus  olhos sãos, se isso fora possível.
Mas nenhumas outras igrejas locais caíram tão depressa da fé, como estas.
Os falsos mestres conseguiram facilmente manobrá-los.
Os Gálatas eram volúveis. “Sois vós tão insensatos que tendo começado pelo espírito acabeis agora pela carne? Gálatas 3: 3.

Outra característica dos gálatas era a superstição. Praticavam os gálatas não crentes o culto de CIBELE  deusa mitológica, filha do céu e da terra, mulher de saturno, mãe dos deuses.
 Sendo os gálatas tão volúveis, isto criava uma péssima situação espiritual. O apóstolo Paulo,   então  tenta  salvar  a   igreja dessa volubilidade. Igreja outrora tão promissora, mas que agora estava se afastando da mensagem cristalina, anunciada anteriormente pelo apóstolo Paulo.

Ele disse: “fico surpreso, estou admirado, de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou, à graça de Cristo para outro evangelho”

Os gálatas facilmente haviam mudado de atitude.   Quando receberam o apóstolo Paulo foi com extrema dedicação. Paulo deu esse testemunho a respeito deles,  ”...se possível fora arrancaríeis os vossos olhos e mos daríeis” Gal. 4: 15.  Mas agora a situação é outra e outra  a   atitude.

Deixam-se arrastar por judaizantes,  falsos mestres, falsos profetas, que pervertem o evangelho de Cristo, mesclando-o  de judaísmo com o que apresentam; um evangelho diferente do de Cristo. E não contentes com isso, minam a autoridade apostólica de Paulo, procuram arruinar sua obra e isolar os crentes da sua companhia:
Paulo alertou aos gálatas quanto a esses falsos mestres, “eles vos procuram zelosamente, não com bons motivos, mas querem excluir-vos ou (isolar-vos) para que os procureis com empenho”. Gal. 4:17

A inconstância na crença, na prática do primeiro amor, na doutrina que temos aprendido das Sagradas Escrituras, jamais encontre guarida em nosso ambiente cristão. A volubilidade é detestável.

Quantos que a semelhança dos gálatas são  inconstantes.
 -Inconstantes na frequência aos cultos.  Numa semana estão super  entusiasmados na igreja, na outra ninguém sabe por onde andam.
-Inconstantes no interesse pela evangelização.
-Inconstantes na doutrina. Hoje, aparentemente tão firmes, amanhã negando tudo que defendiam hoje.

A fidelidade dever ser mantida em sua pureza e integridade, sem solução de continuidade, até a morte. “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” disse o Senhor Jesus.  Ap. 2:10

Pr. José Vasconcelos
Igreja Presbiteriana Fundamentalista do IPSEP